Dentista de JF é investigada por cargo fantasma

  📲Acompanhe as notícias no WhatsApp: <<<Notícias MG e Brasil 24h>>>

Dentista de Juiz de Fora é investigada por suspeita de cargo fantasma na Câmara de Angra

dentista Juiz de Fora, cargo fantasma, Polícia Federal, Câmara de Angra, Operação Caça-Fantasmas, fraude eleitoral, vereador Angra dos Reis
Foto: divulgação 

Uma dentista de Juiz de Fora (MG) é alvo de investigação da Polícia Federal (PF) por suspeita de ocupar um cargo fantasma na Câmara Municipal de Angra dos Reis (RJ). A apuração integra a Operação Caça-Fantasmas, deflagrada nesta terça-feira (24), que investiga possíveis irregularidades envolvendo assessores parlamentares e campanha eleitoral.

Segundo a PF, a profissional constaria como assessora do vereador Greguy Soares Duarte (PL), policial militar que exerce mandato desde 2024. Até a última atualização desta reportagem, o parlamentar não havia se manifestado. O espaço permanece aberto para posicionamento.

Como funcionaria o esquema investigado

As investigações apontam indícios de que o aparato público teria sido utilizado em um suposto esquema de troca de favores políticos. Conforme a PF, haveria nomeações de assessores sem atuação comprovada, possivelmente vinculadas à obtenção de apoio político e financeiro.

A análise da prestação de contas eleitorais identificou ainda indícios de declarações ideologicamente falsas, com possível omissão de gastos e inserção de informações divergentes sobre contratação de serviços e destinação de recursos durante o período de campanha.

Em nota, a Polícia Federal informou que as apurações seguem em andamento para esclarecer a extensão dos fatos e eventual responsabilização dos envolvidos.

Histórico do parlamentar

No perfil oficial disponível no site da Câmara, o vereador afirma ter ganhado notoriedade a partir de 2019 ao utilizar redes sociais para denunciar supostas irregularidades no serviço público.

Em 2020, o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) apresentou representação contra o político, alegando quebra de decoro após ele realizar gravações em unidades de saúde sem autorização, segundo registros públicos da época.

As investigações continuam sob responsabilidade da Polícia Federal, e os envolvidos poderão responder por eventuais crimes eleitorais e administrativos, caso as suspeitas sejam confirmadas pela Justiça.



Por TMA Dicas  Fonte: G1


© Todos os direitos reservados | TMA Dicas


Postar um comentário

0 Comentários