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Anvisa suspende venda da fórmula infantil Alfamino 400g, da Nestlé
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da comercialização, distribuição, importação, propaganda e uso de 10 lotes da fórmula infantil Alfamino 400g, fabricada pela Nestlé Brasil Ltda.
A medida foi publicada por meio de resolução após a identificação de selênio e iodo acima dos limites permitidos pela legislação sanitária. A norma também determina o recolhimento dos lotes afetados.
Lotes suspensos pela Anvisa
Os lotes atingidos pela decisão são:
- 50310017Y2
- 51060017Y1
- 50720017Y1
- 50710017Y4
- 50290017Y1
- 50280017Y2
- 43510017Y1
- 43480017Y2
- 43110017Y2
- 41730017Y2
Segundo a Anvisa, as análises laboratoriais apontaram 31,1 microgramas de selênio por 100 quilocalorias e 175,7 microgramas de iodo por 100 quilocalorias, valores superiores ao permitido.
Produto é destinado a crianças com restrições alimentares
A fórmula infantil Alfamino 400g é indicada para lactentes e crianças com necessidades alimentares específicas, como:
- Restrição à lactose
- Alergia à proteína do leite de vaca (APLV)
Por se tratar de produto voltado a público vulnerável, a decisão tem impacto relevante no setor de alimentação infantil especializada.
Nestlé afirma que houve erro de conversão
Em nota, a Nestlé informou que a divergência decorre de um erro de conversão na unidade de medida, indicando que os valores corretos estariam dentro dos padrões legais.
De acordo com a empresa, onde consta:
- Selênio: 31,1 microgramas por 100 kcal
- Iodo: 175,7 microgramas por 100 kcal
O correto seria:
- Selênio: 3,11 microgramas por 100 kcal
- Iodo: 17,57 microgramas por 100 kcal
A companhia afirma que os produtos “atendem estritamente a todos os parâmetros normativos estabelecidos” e que são seguros para consumo. A empresa informou ainda que está em contato com a Anvisa para prestar esclarecimentos.
O que diz a legislação sanitária
A regulamentação da Anvisa estabelece limites específicos para micronutrientes em fórmulas infantis, especialmente por se tratarem de produtos destinados a bebês e crianças pequenas, grupo considerado de maior risco nutricional.
A resolução segue em vigor até nova deliberação da autoridade sanitária.
Por: Redação www.tmadicas.com.br Fonte: Agência Brasil

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