Mulher denuncia constrangimento em academia
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| Foto: Reprodução/Instagram/polianafrigi |
Aluna é orientada a cobrir top por ‘segurança’
Caso em academia gera debate nas redes sociais
Uma mulher relatou constrangimento em academia após ser orientada por uma funcionária a cobrir o top durante o treino. O episódio aconteceu em São José dos Campos (SP) e ganhou grande repercussão nas redes sociais, levantando discussões sobre vestimenta feminina, respeito e direitos das mulheres.
A engenheira Poliana Frigi contou que foi abordada enquanto se exercitava e recebeu a recomendação de vestir uma camiseta por motivos considerados “de segurança”.
Funcionária citou presença de homens casados
De acordo com o relato, a aluna utilizava um top esportivo adequado para academia, mas foi questionada pela recepcionista sobre sua roupa.
A profissional teria sugerido que ela cobrisse o corpo, alegando a presença de “homens casados” no local, o que gerou ainda mais desconforto.
A justificativa apresentada também incluiu a suposta preocupação com a segurança da própria aluna, argumento que causou indignação.
Situação causou desconforto e reação imediata
Mesmo surpresa, Poliana continuou o treino, mas afirmou ter se sentido mal com a situação. Posteriormente, ela e seu namorado procuraram a recepção para registrar uma reclamação formal.
Durante o novo contato, a funcionária reforçou que o pedido teria sido autorizado pela gestão da academia.
Academia se posiciona sobre o ocorrido
O caso ocorreu em uma unidade da rede John Boy Academia, no interior de São Paulo.
Em nota oficial, a empresa informou que abriu uma investigação interna para apurar os fatos e declarou que tenta contato com a aluna para apresentar um pedido de desculpas.
Debate sobre respeito e liberdade feminina
O episódio reacendeu discussões sobre liberdade de vestimenta feminina em academias e ambientes públicos.
A aluna questionou até que ponto situações como essa continuarão acontecendo, destacando que o problema não deveria recair sobre as mulheres, mas sim sobre comportamentos inadequados de terceiros.

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