Polícia apura rixa empresarial em morte de médicos em SP

 Investigação aponta disputa por contratos hospitalares como motivação

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Foto: Reprodução/TV Globo

A Polícia Civil de São Paulo investiga se o assassinato de dois médicos em Barueri, na Grande São Paulo, foi motivado por uma rixa envolvendo contratos de gestão hospitalar. O principal suspeito é um médico de 44 anos, preso em flagrante, que também atua no setor empresarial da saúde.

Investigação aponta disputa no setor da saúde

De acordo com as apurações iniciais, o suspeito e uma das vítimas eram proprietários de empresas de gestão hospitalar e disputavam contratos públicos na área da saúde. Familiares relataram à polícia que havia uma relação de conflito antigo, incluindo ameaças mútuas, o que pode ter culminado no crime.

O delegado responsável pelo caso informou que a motivação ligada a interesses comerciais é uma das principais linhas de investigação.

Quem são as vítimas

As vítimas foram identificadas como Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, e Vinicius dos Santos Oliveira, de 35. Eles se conheciam profissionalmente e se encontraram de forma casual na noite de sexta-feira, em um restaurante localizado na região de Alphaville.

O crime ocorreu do lado de fora do estabelecimento, após uma discussão que teve início ainda no interior do local.

Imagens mostram agressões antes dos disparos

Câmeras de segurança registraram o momento em que o suspeito cumprimenta os colegas e, pouco depois, inicia uma agressão física. Já na área externa, ele retorna armado e dispara contra os dois médicos, que tentam fugir, mas acabam sendo atingidos.

A Secretaria da Segurança Pública confirmou que a Guarda Civil Municipal havia sido acionada anteriormente para verificar a presença de um homem armado no restaurante, mas nenhuma arma foi encontrada durante a abordagem inicial.

Arma foi apreendida e suspeito segue preso

Testemunhas relataram que o atirador recebeu uma bolsa da mulher que o acompanhava, levantando suspeitas sobre possível participação de terceiros. A polícia apura se houve auxílio no crime.

O médico possui registro de CAC (colecionador, atirador esportivo e caçador), o que não autoriza o porte de arma em locais públicos. A arma utilizada, munições, documentos e R$ 16.140 em dinheiro foram apreendidos.

O suspeito teve a prisão preventiva decretada e responderá por duplo homicídio qualificado. Até o momento, a defesa não foi localizada.

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Por: Redação www.tmadicas.com.br Fonte: Terra

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