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BH e Contagem confirmam 3 casos de Mpox em 2 meses; há risco de surto após o Carnaval?
Três homens, com idades entre 35 e 45 anos, foram diagnosticados com Mpox nos dois primeiros meses de 2026 em Belo Horizonte e Contagem, na Região Metropolitana. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), os pacientes já estão curados.
No Brasil, o Ministério da Saúde informa que há 48 casos de Mpox no Brasil, com maior concentração no estado de São Paulo.
Diante da circulação do vírus e da realização de grandes eventos como o Carnaval, surge a dúvida: existe risco de surto de Mpox?
Até o momento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) não alterou as recomendações de vigilância, prevenção ou classificação de gravidade da doença. A orientação permanece a manutenção da vigilância epidemiológica constante e a realização de diagnósticos laboratoriais rápidos.
O que é Mpox e quais são os sintomas
A Mpox é causada por um vírus da mesma família da varíola humana, erradicada globalmente em 1980.
Segundo a infectologista Melissa Valentini, do Lab-to-Lab Pardini, os principais sintomas da Mpox incluem:
– Febre
– Aumento dos gânglios linfáticos (linfadenomegalia)
– Lesões de pele, que podem se apresentar como manchas, pápulas ou vesículas
Essas lesões podem ser confundidas com catapora ou herpes genital.
Nova variante de Mpox identificada no exterior
Pesquisadores identificaram uma nova variante de Mpox resultante de combinação genética. Casos foram detectados no Reino Unido, em dezembro de 2025, e na Índia, em setembro do mesmo ano.
Ainda não há confirmação se essa nova variante apresenta maior transmissibilidade ou gravidade, o que mantém autoridades em alerta.
Diagnóstico, isolamento e vacinação contra Mpox
O diagnóstico da Mpox é feito por meio da coleta de material das lesões, com identificação do vírus por técnica de PCR.
A orientação é que, diante da suspeita, o paciente permaneça em isolamento até o desaparecimento das lesões, medida essencial para interromper a cadeia de transmissão.
Em relação à vacinação contra Mpox no Brasil, o imunizante utilizado é o mesmo desenvolvido contra a varíola. As doses foram disponibilizadas por doações internacionais, com prioridade para grupos vulneráveis, especialmente pessoas imunossuprimidas. Não há oferta ampla de vacinação na rede pública ou privada.
Monitoramento da Mpox em Minas Gerais
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais informou que mantém monitoramento permanente da Mpox em Minas Gerais.
Já o Ministério da Saúde declarou que o país segue com vigilância ativa contra a Mpox, com rastreamento de contatos por 14 dias, estratégia considerada fundamental para evitar novas cadeias de transmissão.
Por: Redação www.tmadicas.com.br Fonte: Hoje em dia

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