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Brasil registra 149 casos de Mpox em 13 estados em 2026
O Brasil registrou 149 casos de Mpox em 2026, distribuídos em 13 estados e no Distrito Federal, segundo dados atualizados nesta segunda-feira (9) pelo Ministério da Saúde.
Do total de registros, 140 casos estão confirmados e nove são classificados como prováveis. Além disso, 539 notificações seguem em investigação pelas autoridades sanitárias. Até o momento, não há registro de mortes pela doença no país neste ano.
São Paulo concentra a maior parte dos casos de Mpox
Entre os estados brasileiros, São Paulo concentra o maior número de casos da doença, com 93 registros confirmados.
Na sequência aparecem:
— Rio de Janeiro — 18 casos
— Minas Gerais — 11 casos
— Rondônia — 11 casos
Outros estados também registraram ocorrências da doença em 2026:
— Rio Grande do Sul — 3 casos
— Santa Catarina — 3 casos
— Rio Grande do Norte — 3 casos
— Paraná — 2 casos
— Ceará — 1 caso
— Sergipe — 1 caso
— Pará — 1 caso
— Amazonas — 1 caso
— Distrito Federal — 1 caso
O estado do Amazonas registrou seu primeiro caso de Mpox em 2026 nos últimos dias, entrando na lista de estados com notificações da doença neste ano.
Casos apresentam coinfecção com HIV e outras ISTs
O levantamento do Ministério da Saúde mostra ainda que 50 pacientes diagnosticados com Mpox também apresentaram coinfecção pelo vírus HIV.
Além disso, 31 casos tiveram coinfecção com outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).
Evolução dos casos de Mpox em 2026
Segundo o balanço do Ministério da Saúde, a evolução das notificações ao longo do ano ocorreu da seguinte forma:
— Janeiro: 68 casos confirmados ou prováveis
— Fevereiro: 70 casos
— Março: 11 casos registrados até o momento
Apesar do crescimento recente, o total atual ainda está abaixo do registrado no mesmo período de 2025, quando o país havia contabilizado 394 casos nos três primeiros meses do ano.
O que é a Mpox e como ocorre a transmissão
A Mpox é uma doença causada pelo vírus MPXV, pertencente ao gênero Orthopoxvirus e à família Poxviridae.
Trata-se de uma infecção viral zoonótica, que pode ser transmitida de animais para humanos e também entre pessoas.
A transmissão pode ocorrer por:
— Contato direto com pessoas infectadas
— Contato com materiais contaminados
— Contato com animais silvestres infectados, especialmente roedores
Entre pessoas, a transmissão acontece principalmente por contato direto com lesões na pele, secreções corporais ou secreções respiratórias durante contato próximo e prolongado.
Principais sintomas da Mpox
Os sintomas mais comuns da Mpox incluem:
— Erupções ou lesões na pele
— Febre
— Dor de cabeça
— Dores no corpo
— Calafrios
— Fraqueza
— Inchaço dos linfonodos (ínguas)
O período entre o contato com o vírus e o surgimento dos sintomas costuma variar entre três e 16 dias, podendo chegar até 21 dias.
As lesões na pele geralmente aparecem poucos dias após o início da febre e podem surgir em várias partes do corpo, como rosto, mãos, pés, boca e região genital.
Na maioria dos casos, a doença apresenta quadros leves ou moderados, com duração média entre duas e quatro semanas.
Prevenção e orientações de saúde
O diagnóstico da Mpox é realizado por exames laboratoriais, como testes moleculares ou sequenciamento genético.
As amostras são coletadas, preferencialmente, a partir da secreção das lesões ou das crostas formadas na pele.
O Ministério da Saúde orienta que pessoas com sintomas:
— Procurem uma unidade de saúde para avaliação médica
— Informem se tiveram contato com casos suspeitos ou confirmados
— Evitem contato próximo com outras pessoas
Entre as medidas de prevenção recomendadas estão:
— Evitar contato direto com pessoas infectadas
— Não compartilhar objetos pessoais
— Manter higiene frequente das mãos
Em situações de cuidado com pacientes, recomenda-se também o uso de luvas, máscaras e outros equipamentos de proteção.
Por: Redação www.tmadicas.com.br Fonte: IG

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